domingo, 30 de março de 2008

Emprego aumenta, mas a qualidade cai no País

A qualidade do emprego piorou no Brasil, considerando o rendimento, a estabilidade e a jornada semanal do trabalhador brasileiro

Trabalhar é preciso, a qualidade do emprego também é. Mesmo com o aumento do número de vagas a qualidade do emprego continua em baixa.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que em quatro anos, houve melhora a qualidade do emprego no País. Um estudo comparativo da nova série da Pesquisa Mensal de Emprego, aumentou em 7,7% o rendimento médio. Trabalhador com carteira assinada de 2003 a 2007 aumentou 2,7% e os sem carteira diminui 1,6%. Os que trabalham por conta própria caíram 0,6% e empregadores, parte importante no mercado diminuiu em 0,7%. Os prestadores de serviço doméstico aumentaram em 0,6% e os militares e funcionalismo público estatutários oscilou em 0,1%. O pior de tudo é que a discriminação ainda continua, pois, os trabalhadores pretos e pardos continuam a receber menos que os brancos.

Apesar do aumento do número de vagas, a qualidade do emprego piorou no Brasil, considerando-se indicadores como rendimento, estabilidade e jornada de trabalhado. Esta é uma das principais conclusões de pesquisa do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit), da Unicamp. "As pessoas têm menor estabilidade no emprego, trabalham mais do que a jornada legal e ganham menos".

Se levarmos em consideração os dados comparativos, o Brasil pode ter ganhado em aumentar o índice de empregos, mas a qualidade permanecendo em baixa, os trabalhadores não terá segurança em seus empregos, poderá acontecer uma maquiagem no círculo empregatício. A qualidade de vida é importante para o ser humano, para que possam estar bem consigo mesmo, com a vida, com as pessoas que os cercam, é estar em equilíbrio e assim, garantir uma boa qualidade de vida. Sem a segurança do trabalho isso torna impossível.

(Fátima Mafra)

quinta-feira, 27 de março de 2008

Atividades de turismo geraram 8,1 milhões de postos de trabalho em 2005
Em 2005 em novas atividades turísticas chegam a 8.1 milhões.
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O setor de turismo gera empregos na economia do turismo tem índice variado em 2000-2005, onde abrem 8.1 milhões novos postos de trabalho na área. As expectativas são de aumento a cada ano para essa ocupação.

A união no Ministério do Turismo e o Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR. O estudo, que tem como fonte o Sistema de Contas Nacionais – SCN, e obteve construção de agregados macroeconômicos das atividades características do turismo, de sua estrutura e dos principais indicadores que foram cedidas pelo (IBGE).

Os cargos do Turismo (ACT) geraram, em 2005, um valor adicionado de R$ 131,6 bilhões, com crescimento de 16.26%. Atividades auxiliares de transporte (11,0% de participação e V.A. de R$ 14,5bilhões); e atividades recreativas, culturais e desportivas (10,03% de participação e V.A. de R$ 13,2 bilhões).

Entre os segmentos, a atividade de transporte rodoviário se destacou entre as ACT (41,85% de participação e V.A. de R$ 55,1 bilhões), seguida dos serviços de alimentação (19,53% de participação e V.A. de R$ 25,8bilhões).

As ACT foram responsáveis por R$ 134,9 bilhões de bens e serviços consumidos na economia do país e geraram 8.112.888 postos de trabalho, ou 15,10% das 53.730.274 vagas criadas pelo segmento de serviços.

As atividades prestadoras de serviços, as ACT contribuíram com 11% no valor adicionado total do setor de Serviços, enquanto no total da economia a parcela foi de 7,15%l.

(Pedro Giachetta)

Estabilidade sim. Comemoração nem tanto

VALDECIR CREMON

Se de um lado sobram reclamações do comércio, da indústria e, principalmente da agropecuária, que amargam dados negativos na maioria dos levantamentos de mercado, a construção civil comemora a estabilidade do primeiro bimestre do ano. Na verdade uma comemoração chinfrim diante de antigos percentuais equilibrados, porque no passado hoje investimentos bem mais festivos.
A variação de 0,43% em fevereiro beirou o dado de janeiro (0,44%) e arrancou aplausos do setor, da venda ambulante de tijolos pó-de-mico ao comércio de acabamentos de alto padrão.
O índice nacional, calculado pelo IBGE e pela Caixa Econômica Federal, ainda revela a manutenção de preços na maior parte do país, em comparação a janeiro e a fevereiro de 2007. Se fosse diferente, o setor estaria mais pra “Deus me livre” do que no “parabéns a você”, com saudades de 2005 e 2006, que tiveram números bastante favoráveis a investimentos.
Quem pensava que o metro quadrado da construção fosse ficar perto dos R$ 590,10 de dois anos atrás, e lançou projetos e obras, hoje amarga 5,38% de alta em materiais e 6,92% dos salários da peãozada.
No custo global, o metro quadrado foi de R$ 608,38 de janeiro para R$ 610,99 do mês seguinte. Seria pouco, se a valorização de imóveis tivesse seguido no mesmo passo e superado pelo menos a metade.
O único alívio dos construtores é que o custo de mão-de-obra andou de fasto, dos 0,13% de janeiro para 0,10% de fevereiro. Um lenitivo semelhante nos preços de materiais, que subiram 0,67% no período. Na obra, o lamento não se alivia, porque os custos somados, até agora, saíram do alicerce para o meio da parede. Mas, pode chegar à laje.
Pra não perder o costume, São Paulo e Rio de Janeiro têm os maiores custos: R$ 671,08 contra R$ 547,96 do Rio Grande do Norte e R$ 548,72 do Piauí. Causas para isso não faltam: baixo custo de mão-de-obra e menores exigências do mercado consumidor à sofisticação das obras. Quesitos considerados na pesquisa, mas que aparecem pouco na hora de decidir sobre um imóvel do sudeste ou do norte do país.

Comércio apresenta aceleração no ritmo de vendas em janeiro

Em janeiro, volume de vendas do comércio cresce 1,8%, e receita sobe 2,3%

Cláudio Ferreira

Após registrar estabilidade de vendas no mês de dezembro o comércio varejista apresentou em janeiro crescimento nas vendas de 1,8%. Esses resultados representam uma aceleração no ritmo de vendas. Se levarmos em consideração as vendas do mês de janeiro de 2007, a taxa de crescimento das vendas foi de 11,8%.
De acordo com dados divulgados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, nos últimos doze meses a venda de equipamentos e materiais para escritório foram a que apresentaram maior aumento nas vendas chegando a 30,3%. Em contraponto ficou a venda de combustíveis e lubrificantes que apresentou crescimento de apenas 5,1%.
No mês de janeiro o setor que apresentou maior aumento das vendas foi o de outros artigos de uso pessoal e doméstico chegando a crescer 29,6%, seguido do setor de equipamentos de informática e comunicação que somou aumento de 24,7% em relação ao mês de dezembro. Em janeiro o setor que apresentou menor aumento nas vendas foi de combustíveis e lubrificantes que apresentou o crescimento de 3,1%.
Se levarmos em consideração o comparativo de vendas mês a mês o setor de Equipamentos e materiais para escritório apresentou queda de 4,1% em relação a dezembro de 2007.
Segundo os dados do IBGE no acumulado do ano o setor que apresentou maior crescimento nas vendas foi o de outros artigos de uso pessoal e doméstico que registrou aumento de 29,6% durante todo o ano. O setor de combustíveis continua sendo o que apresentou menor aumento nas vendas sendo que no acumulado do ano ficou com 3,1% de aumento.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Comissão de Ciência e Tecnologia tem novo presidente
Walter Pinheiro assume presidência da Comissão de Ciência e
Tecnologia no lugar do deputado Júlio Semeghini.

O deputado Walter Pinheiro (PT-BA), foi eleito presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Ele assumiu a presidência no lugar do deputado Julio Semeghini (PSDB-SP). A eleição aconteceu terça-feira (04/03) por unanimidade (33 votos). Técnico em Telecomunicações, Pinheiro foi funcionário da Telebahia.

Ao assumir a presidência, o deputado destacou a necessidade de conduzir os trabalhos da Comissão de forma compartilhada e apontou a importância da atuação de cada um dos membros do colegiado.

Ele também elogiou a atuação do deputado Julio Semeghini, que deixou hoje a presidência, pela compreensão e o envolvimento nos temas de interesse da Comissão. Foi vereador na Bahia e depois assumiu o lugar do deputado Semeghini.

Comissão acredita ter feito uma troca benéfica para gerenciar a presidência, que deverá progredir em relação a ciência e tecnologia.
(Pedro Giachetta)

sexta-feira, 7 de março de 2008

Escola da Família beneficia universitários

Universitários terão mais 10 mil vagas
para a Escola Família
Por Fátima Mafra
Termina domingo, 9, as inscrições para participar da Escola Família, destinadas aos estudantes universitários. Alunos poderão se inscrever, somente pela Internet.

A função dos estudantes selecionados é a de trabalhar nas escolas estaduais em finais de semana. Em troca, receberão o valor correspondente à mensalidade escolar. O governo do Estado paga 50% da mensalidade, com teto de R$ 267. A instituição privada completa o gasto que o aluno teria.

Os Requisitos para se candidatar é indispensável ter concluído os três anos de ensino médio na rede pública paulista, estar matriculado em curso de graduação de instituição de ensino conveniada com a Secretaria e não receber outro benefício para custeio da mensalidade do curso superior.

Mais de 11 mil jovens universitários paulistas dedicam seus finais de semana a Escola da Família. O programa transforma escolas estaduais em centros de convivência, com atividades nas áreas esportiva, cultural, de saúde e de trabalho. Os universitários são monitores dessas ações.
As faculdades de Santa Fé do Sul, Jales, fernandópolis, Votuporanga e São José do Rio Preto, terão bolsas da Escola da Família.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Há 48 anos Senado criava Coletoria Federal em Fernandópolis

Projeto que criou agência da Receita na cidade fortaleceu rede federal para cobrança de impostos



VALDECIR CREMON
Da redação



Se estivesse vivo, certamente o deputado federal Plínio Cavalcanti de Albuquerque teria um motivo para se lembrar de Fernandópolis neste dia 10 de março. É que na data completam-se os 48 anos de instalação da extinta Coletoria Federal na cidade, transformada na década de 60 em agência da Receita Federal.
Aprovada na Câmara, a proposta do parlamentar passou sem dificuldades pelas comissões e o plenário do Senado, entre 1949 e 50.
Albuquerque, que morreu num acidente de carro em 1977 e era filiado ao PTB, foi autor do Projeto-de-Lei número 00817/49 que criou o órgão na cidade, gerando um equilíbrio de importância regional com Votuporanga, que já possuía a Coletoria dois anos antes. Ao mesmo tempo, a instalação posicionou Fernandópolis a frente de Jales, acirrando a disputa regional por prestígio, logo no período de instalação da maioria dos municípios do Noroeste de São Paulo.
Para o deputado, contudo, a questão não parecia ter importância. Notas taquigráficas dos arquivos do Senado, com dados transferidos ao site www.senado.gov.br, mostram que políticos da época queriam mais contribuir com o governo federal do que com municípios ao proporem a criação de coletorias.
O interior de São Paulo era, na década de 40, “uma fonte de riquezas” pela produção de café e a possibilidade de instalação de empresas. O grande volume de dinheiro em circulação só seria conhecido através de um órgão dedicado a cobrar tributos, segundo o jornalista Alberto Vianna, autor de dois estudos sobre a arrecadação de impostos no país, desde o Brasil Colônia até a “era Lula”.
Para Cavalcanti a ação não carregava interesses eleitorais, porque sua base de trabalho era o Vale do Paraíba.
Atualmente, a agência da Receita na cidade funciona em prédio próprio, no bairro Vila Aparecida, de onde acompanha a arrecadação de tributos federais na cidade. Entre janeiro e fevereiro deste ano, o volume recolhido superou a R$ 13 milhões. Isto representa 10% acima da arrecadação no mesmo período de 2007.

Deputado por Rio Preto assume a Secretaria Especial de Desburocratização da Capital

Rodrigo Garcia é o mais novo Secretário de São Paulo

Por: Cláudio Ferreira

O deputado Estadual Rodrigo Garcia (DEM), eleito pela região de São José do Rio Preto, foi emposado Secretario Especial de Desburocratização, em cerimônia realizada na sede da prefeitura de São Paulo na terça-feira, 29 de janeiro.
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Vaz de Lima (PSDB), elogiou a trajetória política de Rodrigo Garcia.
Representando o governador José Serra, Guilherme Afif Domingos, secretário estadual do Trabalho, afirmou que é muiito importante o entrosamento do estasdo com a prefeitura de São Paulo. Lembrou também que o Programa de Desburocratização começou no governo Serra após estudo do Banco Mundial, que apontou que a burocracia “barra o empreendedorismo e gera informalidade”. Afif também revelou a intenção do governo do Estado de criar um “Poupatempo do Empreendedor”. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, afirmou que este é “um momento especial de sua gestão”, e lembrou o compromisso de Serra pela desburocratização. Cassab é companheiro político de Garcia desde as eleições regionais, onde ambos fizeram dobrada política.
Kassab disse também que, com a nova Secretaria Especial de Desburocratização, será possível “avançar num dos temas mais importantes para facilitar a vida do cidadão”. O trabalho de Hélio Beltrão, antigo ministro extraordinário para a Desburocratização, foi lembrado por Rodrigo Garcia ao agradecer o convite para que assumisse a Secretaria de Desburocratização. Garcia citou o trabalho de José
A nova secretaria deverá diminuir o custo do serviço público e facilitar a abertura e o fechamento de empresas, disse Garcia, que afirmou também que será feita uma análise permanente para melhoria e a extinção das exigências burocráticas desnecessárias, num “mutirão pela simplificação dos processos administrativos”