quinta-feira, 8 de maio de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Hugo Parisi atleta saltador em seu primeiro Pan, ficou na quarta colocação na plataforma sincronizada, ao lado de Cassius Duran. Hugo não é considerado novato em competições porque já vem competindo desde Atenas em 2004.
Aos seis anos de idade Hugo inicia o esporte de natação que logo depois substitui pelos saltos ornamentais que tem o interesse em praticar iniciado por competições entre amigos de sua cidade natal, ui pelos saltos ornamentais que mais tarde seria reconhecido e ganharia medalhas importantes em sua ca mais tarde seria reconhecido e ganharia medalhas importantes em sua carreira.
No ano de 2000 Parisi entre para Associação Peneira Olímpica de Esportes, aonde vem treinando com o cubano Francisco Ferrer até hoje. É também participante de projetos da associação com crianças, que busca novos talentos da modalidade.
Kaká, machucado e em baixa, mas prestigiado pela imprensa
Bastou o brasileiro marcar apenas um gol na vitória de 3 a 1 sobre o Cagliari, nesta quarta-feira, pelo campeonato da Itália, para jornais e sites especializados colocarem o atleta em destaque digno apenas a campeões. Em pouco tempo, jornalistas que cobrem o futebol internacional se esqueceram que Kaká ficou longos sessenta dias sem um golzinho sequer.
Na mesma rodada, Josué, outro ex-são-paulino na Europa, também marcou na vitória de 3 a 2 do Wolfsburg sobre o Hannover, pelo campeonato alemão, e mereceu apenas algumas linhas da imprensa especializada.
A preferência pelo recém-casado e candidato a pastor da Igreja Renascer não leva em conta seu futebol de altos e baixos. O jeito de bom rapaz e a maneira polida de se expressar, fugindo de escândalos e bem longe da noite – endereço quase fixo da maioria de astros, como Robinho, depois da meia-noite, até em vésperas de jogos – rende a Kaká generosos espaços na mídia.
Minutos depois do apito final da partida, os sites do Estadão, da Folha e, é claro, do Lance e do comentário Milton Neves, rasgaram elogios ao jogador, como se só pelo gol dele o Milan saiu vencedor. Na quinta, os jornais, rádios e tevês exageram nas fotos, títulos, textos, imagens, repetições, comemoração, etc., etc., etc.
Quem viu a partida pela TV Record sabe que não foi bem assim. Inzaghi e Andréa Pirlo mandaram em toda a partida, comandaram o time e fizeram os gols complementares do placar para o Milan. Kaká fez apenas o gol.
O que acontece agora com ele é o mesmo que já ocorreu, há pouco tempo, com Ronaldo “Fenômeno”, Ronaldinho Gaúcho e Adriano. O trio foi amplamente apupado em situações absolutamente adversas, em meio a crises, apenas por darem um passe, um lançamento. Nada comparado aos gols que eles deveriam fazer, considerando o que ganham não só por contratos, mas com tudo o que a camisa carrega.
Pra frisar, o baba ovo em cima de Kaká tem mais uma explicação: as torcedoras gostam.
para fazer parte da seleção brasileira de vôlei

domingo, 30 de março de 2008
Emprego aumenta, mas a qualidade cai no País
A qualidade do emprego piorou no Brasil, considerando o rendimento, a estabilidade e a jornada semanal do trabalhador brasileiro
Trabalhar é preciso, a qualidade do emprego também é. Mesmo com o aumento do número de vagas a qualidade do emprego continua em baixa.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que em quatro anos, houve melhora a qualidade do emprego no País. Um estudo comparativo da nova série da Pesquisa Mensal de Emprego, aumentou em 7,7% o rendimento médio. Trabalhador com carteira assinada de 2003 a 2007 aumentou 2,7% e os sem carteira diminui 1,6%. Os que trabalham por conta própria caíram 0,6% e empregadores, parte importante no mercado diminuiu em 0,7%. Os prestadores de serviço doméstico aumentaram em 0,6% e os militares e funcionalismo público estatutários oscilou em 0,1%. O pior de tudo é que a discriminação ainda continua, pois, os trabalhadores pretos e pardos continuam a receber menos que os brancos.
Apesar do aumento do número de vagas, a qualidade do emprego piorou no Brasil, considerando-se indicadores como rendimento, estabilidade e jornada de trabalhado. Esta é uma das principais conclusões de pesquisa do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit), da Unicamp. "As pessoas têm menor estabilidade no emprego, trabalham mais do que a jornada legal e ganham menos".
Se levarmos em consideração os dados comparativos, o Brasil pode ter ganhado em aumentar o índice de empregos, mas a qualidade permanecendo em baixa, os trabalhadores não terá segurança em seus empregos, poderá acontecer uma maquiagem no círculo empregatício. A qualidade de vida é importante para o ser humano, para que possam estar bem consigo mesmo, com a vida, com as pessoas que os cercam, é estar em equilíbrio e assim, garantir uma boa qualidade de vida. Sem a segurança do trabalho isso torna impossível.
(Fátima Mafra)
quinta-feira, 27 de março de 2008
O setor de turismo gera empregos na economia do turismo tem índice variado em 2000-2005, onde abrem 8.1 milhões novos postos de trabalho na área. As expectativas são de aumento a cada ano para essa ocupação.
A união no Ministério do Turismo e o Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR. O estudo, que tem como fonte o Sistema de Contas Nacionais – SCN, e obteve construção de agregados macroeconômicos das atividades características do turismo, de sua estrutura e dos principais indicadores que foram cedidas pelo (IBGE).
Os cargos do Turismo (ACT) geraram, em 2005, um valor adicionado de R$ 131,6 bilhões, com crescimento de 16.26%. Atividades auxiliares de transporte (11,0% de participação e V.A. de R$ 14,5bilhões); e atividades recreativas, culturais e desportivas (10,03% de participação e V.A. de R$ 13,2 bilhões).
Entre os segmentos, a atividade de transporte rodoviário se destacou entre as ACT (41,85% de participação e V.A. de R$ 55,1 bilhões), seguida dos serviços de alimentação (19,53% de participação e V.A. de R$ 25,8bilhões).
As ACT foram responsáveis por R$ 134,9 bilhões de bens e serviços consumidos na economia do país e geraram 8.112.888 postos de trabalho, ou 15,10% das 53.730.274 vagas criadas pelo segmento de serviços.
As atividades prestadoras de serviços, as ACT contribuíram com 11% no valor adicionado total do setor de Serviços, enquanto no total da economia a parcela foi de 7,15%l.
(Pedro Giachetta)
Estabilidade sim. Comemoração nem tanto
Se de um lado sobram reclamações do comércio, da indústria e, principalmente da agropecuária, que amargam dados negativos na maioria dos levantamentos de mercado, a construção civil comemora a estabilidade do primeiro bimestre do ano. Na verdade uma comemoração chinfrim diante de antigos percentuais equilibrados, porque no passado hoje investimentos bem mais festivos.
A variação de 0,43% em fevereiro beirou o dado de janeiro (0,44%) e arrancou aplausos do setor, da venda ambulante de tijolos pó-de-mico ao comércio de acabamentos de alto padrão.
O índice nacional, calculado pelo IBGE e pela Caixa Econômica Federal, ainda revela a manutenção de preços na maior parte do país, em comparação a janeiro e a fevereiro de 2007. Se fosse diferente, o setor estaria mais pra “Deus me livre” do que no “parabéns a você”, com saudades de 2005 e 2006, que tiveram números bastante favoráveis a investimentos.
Quem pensava que o metro quadrado da construção fosse ficar perto dos R$ 590,10 de dois anos atrás, e lançou projetos e obras, hoje amarga 5,38% de alta em materiais e 6,92% dos salários da peãozada.
No custo global, o metro quadrado foi de R$ 608,38 de janeiro para R$ 610,99 do mês seguinte. Seria pouco, se a valorização de imóveis tivesse seguido no mesmo passo e superado pelo menos a metade.
O único alívio dos construtores é que o custo de mão-de-obra andou de fasto, dos 0,13% de janeiro para 0,10% de fevereiro. Um lenitivo semelhante nos preços de materiais, que subiram 0,67% no período. Na obra, o lamento não se alivia, porque os custos somados, até agora, saíram do alicerce para o meio da parede. Mas, pode chegar à laje.
Pra não perder o costume, São Paulo e Rio de Janeiro têm os maiores custos: R$ 671,08 contra R$ 547,96 do Rio Grande do Norte e R$ 548,72 do Piauí. Causas para isso não faltam: baixo custo de mão-de-obra e menores exigências do mercado consumidor à sofisticação das obras. Quesitos considerados na pesquisa, mas que aparecem pouco na hora de decidir sobre um imóvel do sudeste ou do norte do país.
Comércio apresenta aceleração no ritmo de vendas em janeiro
Cláudio Ferreira
Após registrar estabilidade de vendas no mês de dezembro o comércio varejista apresentou em janeiro crescimento nas vendas de 1,8%. Esses resultados representam uma aceleração no ritmo de vendas. Se levarmos em consideração as vendas do mês de janeiro de 2007, a taxa de crescimento das vendas foi de 11,8%.
De acordo com dados divulgados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, nos últimos doze meses a venda de equipamentos e materiais para escritório foram a que apresentaram maior aumento nas vendas chegando a 30,3%. Em contraponto ficou a venda de combustíveis e lubrificantes que apresentou crescimento de apenas 5,1%.
No mês de janeiro o setor que apresentou maior aumento das vendas foi o de outros artigos de uso pessoal e doméstico chegando a crescer 29,6%, seguido do setor de equipamentos de informática e comunicação que somou aumento de 24,7% em relação ao mês de dezembro. Em janeiro o setor que apresentou menor aumento nas vendas foi de combustíveis e lubrificantes que apresentou o crescimento de 3,1%.
Se levarmos em consideração o comparativo de vendas mês a mês o setor de Equipamentos e materiais para escritório apresentou queda de 4,1% em relação a dezembro de 2007.
Segundo os dados do IBGE no acumulado do ano o setor que apresentou maior crescimento nas vendas foi o de outros artigos de uso pessoal e doméstico que registrou aumento de 29,6% durante todo o ano. O setor de combustíveis continua sendo o que apresentou menor aumento nas vendas sendo que no acumulado do ano ficou com 3,1% de aumento.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Tecnologia no lugar do deputado Júlio Semeghini.
O deputado Walter Pinheiro (PT-BA), foi eleito presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Ele assumiu a presidência no lugar do deputado Julio Semeghini (PSDB-SP). A eleição aconteceu terça-feira (04/03) por unanimidade (33 votos). Técnico em Telecomunicações, Pinheiro foi funcionário da Telebahia.
Ao assumir a presidência, o deputado destacou a necessidade de conduzir os trabalhos da Comissão de forma compartilhada e apontou a importância da atuação de cada um dos membros do colegiado.
Ele também elogiou a atuação do deputado Julio Semeghini, que deixou hoje a presidência, pela compreensão e o envolvimento nos temas de interesse da Comissão. Foi vereador na Bahia e depois assumiu o lugar do deputado Semeghini.
Comissão acredita ter feito uma troca benéfica para gerenciar a presidência, que deverá progredir em relação a ciência e tecnologia.
sexta-feira, 7 de março de 2008
Escola da Família beneficia universitários
A função dos estudantes selecionados é a de trabalhar nas escolas estaduais em finais de semana. Em troca, receberão o valor correspondente à mensalidade escolar. O governo do Estado paga 50% da mensalidade, com teto de R$ 267. A instituição privada completa o gasto que o aluno teria.
Os Requisitos para se candidatar é indispensável ter concluído os três anos de ensino médio na rede pública paulista, estar matriculado em curso de graduação de instituição de ensino conveniada com a Secretaria e não receber outro benefício para custeio da mensalidade do curso superior.
Mais de 11 mil jovens universitários paulistas dedicam seus finais de semana a Escola da Família. O programa transforma escolas estaduais em centros de convivência, com atividades nas áreas esportiva, cultural, de saúde e de trabalho. Os universitários são monitores dessas ações.
quinta-feira, 6 de março de 2008
Há 48 anos Senado criava Coletoria Federal em Fernandópolis
VALDECIR CREMON
Da redação
Se estivesse vivo, certamente o deputado federal Plínio Cavalcanti de Albuquerque teria um motivo para se lembrar de Fernandópolis neste dia 10 de março. É que na data completam-se os 48 anos de instalação da extinta Coletoria Federal na cidade, transformada na década de 60 em agência da Receita Federal.
Aprovada na Câmara, a proposta do parlamentar passou sem dificuldades pelas comissões e o plenário do Senado, entre 1949 e 50.
Albuquerque, que morreu num acidente de carro em 1977 e era filiado ao PTB, foi autor do Projeto-de-Lei número 00817/49 que criou o órgão na cidade, gerando um equilíbrio de importância regional com Votuporanga, que já possuía a Coletoria dois anos antes. Ao mesmo tempo, a instalação posicionou Fernandópolis a frente de Jales, acirrando a disputa regional por prestígio, logo no período de instalação da maioria dos municípios do Noroeste de São Paulo.
Para o deputado, contudo, a questão não parecia ter importância. Notas taquigráficas dos arquivos do Senado, com dados transferidos ao site www.senado.gov.br, mostram que políticos da época queriam mais contribuir com o governo federal do que com municípios ao proporem a criação de coletorias.
O interior de São Paulo era, na década de 40, “uma fonte de riquezas” pela produção de café e a possibilidade de instalação de empresas. O grande volume de dinheiro em circulação só seria conhecido através de um órgão dedicado a cobrar tributos, segundo o jornalista Alberto Vianna, autor de dois estudos sobre a arrecadação de impostos no país, desde o Brasil Colônia até a “era Lula”.
Para Cavalcanti a ação não carregava interesses eleitorais, porque sua base de trabalho era o Vale do Paraíba.
Atualmente, a agência da Receita na cidade funciona em prédio próprio, no bairro Vila Aparecida, de onde acompanha a arrecadação de tributos federais na cidade. Entre janeiro e fevereiro deste ano, o volume recolhido superou a R$ 13 milhões. Isto representa 10% acima da arrecadação no mesmo período de 2007.
Deputado por Rio Preto assume a Secretaria Especial de Desburocratização da Capital
Por: Cláudio Ferreira
O deputado Estadual Rodrigo Garcia (DEM), eleito pela região de São José do Rio Preto, foi emposado Secretario Especial de Desburocratização, em cerimônia realizada na sede da prefeitura de São Paulo na terça-feira, 29 de janeiro.
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Vaz de Lima (PSDB), elogiou a trajetória política de Rodrigo Garcia.
Representando o governador José Serra, Guilherme Afif Domingos, secretário estadual do Trabalho, afirmou que é muiito importante o entrosamento do estasdo com a prefeitura de São Paulo. Lembrou também que o Programa de Desburocratização começou no governo Serra após estudo do Banco Mundial, que apontou que a burocracia “barra o empreendedorismo e gera informalidade”. Afif também revelou a intenção do governo do Estado de criar um “Poupatempo do Empreendedor”. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, afirmou que este é “um momento especial de sua gestão”, e lembrou o compromisso de Serra pela desburocratização. Cassab é companheiro político de Garcia desde as eleições regionais, onde ambos fizeram dobrada política.
Kassab disse também que, com a nova Secretaria Especial de Desburocratização, será possível “avançar num dos temas mais importantes para facilitar a vida do cidadão”. O trabalho de Hélio Beltrão, antigo ministro extraordinário para a Desburocratização, foi lembrado por Rodrigo Garcia ao agradecer o convite para que assumisse a Secretaria de Desburocratização. Garcia citou o trabalho de José
A nova secretaria deverá diminuir o custo do serviço público e facilitar a abertura e o fechamento de empresas, disse Garcia, que afirmou também que será feita uma análise permanente para melhoria e a extinção das exigências burocráticas desnecessárias, num “mutirão pela simplificação dos processos administrativos”
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Salve, salve, aos ajeitamentos
Os vereadores debateram sobre o assunto, vários deles são favoráveis a esta prática, pois tem familiares empregados na prefeitura, e argumentaram ainda que é muito comum isso no Brasil. O projeto foi rejeitado por 5 x 3 votos, favoráveis apenas os vereadores Alaor Pereira Marques, José Carlos Zambon e Francisco Affonso de Albuquerque.
O projeto embora rejeitado, há uma lei maior sobre a lei municipal, que é a Constituição Federal, e que diz que nepotismo é crime, portanto esta lei não se faz necessária para que seja ajuizada qualquer denúncia sobre nepotismo.
O eleitor é o único capaz de resolver este impasse, exigindo dos candidatos comprometimento e eliminando aqueles incapazes de cumprir a lei, por se beneficiarem direta ou indiretamente.
O famoso jeitinho brasileiro está presente na administração pública de Fernandópolis, tanto no legislativo quanto no executivo. Ficou claro que durante a sessão da câmara, os ajeitamentos ainda imperam nas administrações públicas.
A desordem na câmara comprova os problemas existências que julgam existir na administração da prefeita Ana Bim. Vereadores não cumpriram seu papel de legislar no interesse da população, só o Ministério Público poderá defender os fracos e oprimidos.
Rejeição de projeto foi acertada antes da sessão
VALDECIR CREMON
Da Redação
O “esquema” que impediu a aprovação do projeto que proibia a contratação de parentes de políticos eleitos na Prefeitura e na Câmara de Fernandópolis foi definido meia hora antes do início da sessão da última terça-feira, 21. Um encontro acertado pelo presidente do Legislativo entre cinco dos nove vereadores que estavam no Palácio 22 de Maio foi o ponto final do trajeto de quatro meses entre o protocolo e o arquivo do projeto.
Os cinco parlamentares que acertaram o voto contrário são exatamente os que têm 13 parentes empregados na Prefeitura.
Ademir de Almeida, que preside a Casa até o final deste ano, tem um tio empregado sem concurso desde antes dele entrar para a vida pública. E este é o seu argumento mais poderoso para justificar a manobra para derrotar Alaor Pereira – pai de uma empregada da área de educação -, autor do projeto.
Junto ao presidente, Milton Bortoleto – inimigo dos microfones e da tribuna da Câmara -, que tem um irmão empregado no setor de saúde, segundo o político da família, é “um bom médico”.
Para o “esquema” funcionar, Almeida e Bortoleto ainda angariaram votos de Warley Campanha, Pedro de Toledo e Manoel Sobrinho. Houve grande facilidade com Warley Campanha, que tem três parentes nomeados como assessores de confiança do Executivo – dois com salários maiores que os seus.
Ao contrário do grupo de Almeida e Milton Bortoleto, os vereadores que votaram a favor de Marques – Francisco Afonso e José Carlos Zambon – se encontraram apenas no plenário.
E foi também nos bastidores que a Câmara impôs mais uma derrota à prefeita Ana Bim, ao derrubar o veto do Executivo à concessão de meia-entrada a professores das redes pública e privada em cinemas e teatros da cidade. Aí deu acordo em toda a Câmara, com nove a zero.
Pra compensar, os vereadores também acertaram com antecedência a aprovação do projeto que concede bolsas de estudo a universitários, do jeito que a prefeita queria.
O documento foi entregue ao parlamentar solicitando auxilio para que o problema fosse resolvido. Segundo o vereador, as providencias devem ser tomadas assim que prefeita for esclarecida do fato. A vigilância sanitária deve ser convocada a comparecer no local para averiguar a situação.
Questionado pela reportagem sobre a existência de uma lei que estabeleça um numero máximo de animais, Marques explica que o local com animais deve receber cuidados. "não existe uma lei que estabeleça um numero, mas qualquer local onde se cria animais, precisa receber cuidados diários".
A senhora se defende dizendo que ama os animais, muitos deles abandonados, porque não existe nenhum outro lugar onde eles recebam cuidados. Ela fala que a prefeitura não se preocupa com esse problema e trata-o como se não existi-se.
Alaor espera que esse problema seja resolvido pela prefeitura. "Todos os seres vivos merecem respeito e não somente os seres humanos que vivem espalhados pelo mundo, cada um deles tem o direito de viver, os animais domésticos não pediram para serem retirados da natureza, foram os "humanos" que o fizeram, cabe a eles tomarem medidas para cuidarem desses problemas".
Malabarismo Político
Por: Claudio Ferreira
Na sessão da Câmara que aconteceu na última terça-feira, em Fernandópolis, os vereadores aprovaram projetos que vão desde concessão de bolsas de estudo à alunos carentes da cidade até criação de cargos no quadro de funcionários do legislativo. Um dos destaques foi a votação do projeto que prevê o fim do nepotismo na cidade. Uma manobra politica usada pelo presidente da Câmara Ademir de Almeida, fez com que o projeto entrasse em votação com dispensa de formalidades que foi pedida pelo vereador Milton Cezar Bortoletto. Tanto o presidente da Câmara como o vereador possuem interesse direto no rpojeto, pois ambos possuem parentes empregados na administração municipal. Como o prazo de vista venceu na terça-feira, Adeir aproveitou que a vereadora Maisa Rio não estava no plenário e o colocou em votação um dos projetos mais polêmicos dos últimos meses. O vereador Alaor Pereira, propositor do projeto foi pego de surpresa e não teve tempo de articular os votos favoráveis ao projeto, e acabou sendo derrotado por 5 votos contrários. Alaor, Francisco albuquerque e José Carlos Zambon, que são vereadores da base de oposição a prefeita Ana Bim, foram os votos vencidos. Sabe-se que em Fernandópolis o número de parentes de primeiro e segundo grau na adminsitração é grande e a certeza que o projeto não seria aprovado era tanto que a prefeita contratou a menos de uma semana para ocupar o cargo de Diretora de Agricultura uma prima do Diretor de Planejamento, Edson Damasceno. Outro assunto colocado em pauta foi o veto da prefeita ao Projeto de Lei que institui o sistema de meia-entrada destinado aos professores de educação infantil, ensino fundamental, médio e universitário, das escolas públicas e privadas.
